Óbidos – Centro de Portugal (Estremadura e Ribatejo)

A maior surpresa em Óbidos foi a conexão que descobri com o ex-presidente brasileiro Juscelino Kubitscheck, o qual tornou Brasília, a atual capital do Brasil, realidade. O bar mais antigo de Óbidos era um dos lugares preferidos de Juscelino. Nesse bar, chamado Ibn Erik Rex (“filho do rei Henrique” – Ibn sendo filho em árabe, Erik do nórdico e Rex do latim, de modo a ilustrar a rica mistura cultural de Portugal), o atual dono, seu Tavares, me contou que Juscelino era um grande amigo do antigo proprietário, seu Montês. Ali, está exposto, com orgulho, a todos os visitantes, os votos de Juscelino desejando um bom ano de 1974 ao proprietário Continuar lendo Óbidos – Centro de Portugal (Estremadura e Ribatejo)

Beja (Baixo Alentejo) – passado Visigótico no Sul de Portugal

Escrevi e pesquisei bastante no passado, isso há uns 17 anos, sobre os godos – visigodos e ostrogodos. Eles foram parte do tema da minha monografia. Então, eu me interessei por Beja por conta de seu seu museu visigótico, o chamado Núcleo Visigótico que fica em um antigo convento, enfeitado com azulejos hispano-árabes Continuar lendo Beja (Baixo Alentejo) – passado Visigótico no Sul de Portugal

Sintra, Portugal – Doces de Pelotas, Neo-Manuelino e Mouros

Os doces – com ovos, queijadinhas etc – são deliciosos. Os doces de Pelotas, (Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil), cidade do Rio Grande do Sul (Estado onde nasci e de onde vem minha família) são uma herança dos doces de Portugal e, principalmente, de Sintra, de imigrantes que séculos atrás se estabeleceram nessa cidade do Sul do Brasil e com eles levaram receitas divinas que até hoje fazem sucesso entre nós, gaúchos! O empenho das doceiras de Pelotas, que aprenderam receitas com suas mães, avós, bisavós, tataravós, resultando em doces de tão alta qualidade, ao ponto de levarem registro de qualidade…. Pois é Continuar lendo Sintra, Portugal – Doces de Pelotas, Neo-Manuelino e Mouros

Castelo e Catedral de Wawel

Talvez esse seja o lugar mais deslumbrante da Polônia, com a catedral mais linda que já vi até hoje. Já desde o século VIII, na Colina de Wawel, existia um forte defensivo da tribo dos Vistulanos, próximo ao Rio Vistula (uma das muitas tribos Eslavas ocidentais, como Casubios, Morávios, Polanos, Silesianos e Sórbios, esses absorvidos na região Leste da Alemanha). No século X, Wawel se tornou uma das sedes dos príncipes e desde o ano 1000 a sede dos bispos cracovianos. A partir do século XIX foi construído um conjunto sacro-profano de edifícios de pedra de caráter defensivo. Posteriormente, foi ampliado em estilo gótico (século XIV), renascentista (século XVI) e depois barroco Continuar lendo Castelo e Catedral de Wawel